Há muito tempo as novelas da Globo deixaram de ser um mero entretenimento e passaram a dar ênfase à contra-valores. Exemplos? Na novela "Viver a vida", que faz uma descarada apologia ao adultério, as mulheres estão aprendendo, em horário "nobre", como trair o marido, com riqueza de detalhes! É ou não é de deixar qualquer um enojado?
Na novela da 7 horas, há uma mãe que não suporta as filhas, na Malhação os adolescentes aprendem como "transar" escondidos dos pais. Cenas e mais cenas escritas com o intuito de acabar com essa instituição, que o Concílio Vaticano II definiu como a "Igreja doméstica".
Com certeza você não precisa ir muito longe para encontrar exemplos de famílias destruídas: pais separados, filhos que não respeitam os pais, pais que rejeitam os filhos, pais e filhos que não conversam. Numa família assim, como é que valores cristãos vão ser ensinados? E se valores cristãos não forem ensinados, como será a nossa sociedade daqui a 20, 30 anos? É de se pensar...
Há casais que já se casam com o discurso "se não der certo separa" e não fazem o mínimo esforço para dar certo, como se o casamento fosse brincadeira, quando na realidade é um Sacramento, instituído por Cristo e que impõe um compromisso para a vida toda.
Há ainda casais que resolvem não ter filhos, mas se for assim, como a família cristã vai ser perpetuada?
Nós vamos permitir que o mal continue entrando nas nossas famílias, ao invés de deixar Deus entrar e permanecer no centro? Vamos permitir que o modernismo destrua essa instituição sagrada? Em quem nós vamos nos espelhar? Nas "famílias" das novelas ou na Sagrada Família de Nazaré?
